Star Wars Tecnologia de coisa nenhuma...

segunda-feira, 4 de março de 2013

Recomeço do Blog

Já estamos em 2013 e eu percebi o óbvio.
To focado na mesma coisa a muito tempo... o nome do blog é "tecnologia" mas a maioria das coisas aqui é dor de cotovelo, amor e derivados.

Eu acho que vou "kibar" a linda da Iaci Gomes e dar uma pausa disso.. quero review de jogos, coisas diferentes, actions figures e etc.

Deixar esse momento emo um pouco pra lá, mas não esquecer que ele, de uma forma ou outra, sempre vai fazer parte dese blog.

Abraços

sábado, 19 de janeiro de 2013

Ja faz muito tempo...

Era uma vez um cara que escrevia em seu blog, não porque era famoso ou porque ia se preocupar com que os outros iam pensar. Escrevia simplesmente por gostar de externalizar tudo (ou quase) aquilo que passava por sua cabeça.
Escrevia por tristeza, por alegria, por troca de experiencias ou unicamente por querer escrever... mas no geral, escrevia por querer compartilhar tudo isso que foi citado anteriormente, o nome tecnologia surgiu do nada e, mesmo com um blog falando mais de assuntos da vida (leia-se casos amorosos e teorias absurdas) tudo ia bem, porque quando ele escrevia as coisas talvez estivessem indo mal.
Um dia os pensamentos foram sumindo, tudo começou a ir mal no blog, justamente por estar indo bem para o cara. Ele não tinha mais tempo de externalizar seus pensamentos porque não havia mais o que ser dito, os sentimentos antes que so podiam ser descritos no papel acabaram sumindo, porque algo maior e que supria essa necessidade havia chegado, sim, as coisas iam bem, por isso o blog começou a ir tão mal.
E assim foi durante mais de um ano...sua caixinha de pensamentos havia sido largada, ali, aberta, para todos que quisessem saber de seus devaneios tivessem acesso a ela, e até ele mesmo fazia isso, voltava as vezes lá, como num túnel do tempo, relembrando fatos de outrora que de tão difíceis naquela época  se tornavam cômicos naquela altura do campeonato, o blog era a prova de que tudo ia bem depois de uma época tão difícil em que tudo ia mal...
Já faz muito tempo, e o blog está de volta, o cara voltou a externalizar os pensamentos por aqui...e ao mesmo tempo que um extremo renasce o outro aos poucos vai se apagando...
Afinal pra esse cara, o tudo bem e o tudo mal são dois extremos inversamente proporcionais...

E aqui está o cara de volta, após um ano...e já faz muito tempo...

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Retrospectiva 2011 Parte 01 - Primeiro Semestre

Vida nova, foi isso que eu pensei quando estava indo pra Campinas...
Depois de uma despedida calorosa (e por que nao dizer "triste") dos meus amigos e familiares em Belém, lá estava eu embarcando para um novo horizonte, com novas oportunidades, sensações, pessoas e sentimentos. E era exatamente tudo isso que me esperava lá, tudo novo sim, mas daquela velha maneira de se pensar ou sentir.

Foi a oportunidade de ouro para meu crescimento como pessoa porque acredito que ali, longe de todos, eu pude ter mais tempo para olhar a minha volta e consertar coisas que ja mereciam uma atenção em especial fazia tempo (seja comigo ou com outras pessoas) e que por algum motivo qualquer, ainda não haviam sido devidamente esclarecidas. Eu sei que todos voces (ou pelo menos a maioria) sonha em sair de casa, ter sua vida e suas coisas, enfim... eu tambem sonho isso (ou sonhava, mas da maneira errada) e o fato é que eu não fazia idéia da dureza que seria ficar afastado da familia e dos amigos, essa parte foi, e é, a mais dificil até hoje de se enfrentar...e olha que eu ja to completando quase um ano aqui.

Mas vamos olhar o lado bom disso e falar especificamente do principal ganho que eu tive aqui, ou seja, crescimento e amadurecimento, com a oportunidade que tive para me conhecer mais e principalmente, separar o joio do trigo (isso vale para tudo, pessoas e costumes), acabei percebendo que muita ovelha era lobo, e que muitos que eu achava serem lobos, eram na verdade as ovelhas mais defensivas, a parte boa foi conhecer com quem realmente eu tava lidando, e a parte ruim foi me arrepender amargamente (e até hoje) de muitas atitudes que eu tomei em função disso, dificilmente eu me arrependo de algo mas em aspectos referentes a isso a unica coisa que eu quero (e fiz) foi enterrar bem fundo e simplesmente esquecer, guardando somente o aprendizado. Entrei numa faculdade renomada aqui,e alias, esse foi um dos principais motivos de eu ter escolhido Campinas como a cidade da Pós, devido ao fato de a Unicamp ter muito nome aqui e no Brasil todo.

Por falar em Unicamp, tenho certeza aque ali fiz amigos que vou levar na vida toda de uma forma ou outra, afinal tá mais do que claro a invalidez que distancia tem em amizades verdadeiras, prova viva disso são os amigos que eu tenho espalhados por vários estados do Brasil e que, nao importa o tempo que eu demore para reve-los, sempre a sensação é de que somos vizinhos ou moramos próximos. Entre tensões durante os estudos e trabalhos em grupo, achavamos tempo para nos divertir tomando aquela breja no lava-jato, zuando um com os outros (e com os crepusculos da vida), falando sobre a bobagem que fosse e criando os "nicknames" que pra sempre serão a representação máxima de certas pessoas.

Em geral meu primeiro semestre foi algo normal, devido a adaptação ainda precária e a todo o resto. Não gosto de encarar como algo ruim (apesar de ter todo direito devido a todos os problemas e estresses que eu sofri nessa época, mas ainda disso eu tento tirar algo bom e trazer pro meu hoje), eu encaro isso como um bom "Sayajin" (Leia a respeito se não souber o porquê), quanto mais eu apanho e me machuco, mais forte eu volto e foi justamente assim que eu comecei a me sentir a certa altura do campeonato, mais forte e mais resistente.

Chegamos no final do semestre, mais precisamente no mês de Julho e esse sim, foi o divisor de águas desse ano, nesse mês eu estava no limite do meu estress, no limite da minha vida social (quase) nula aqui (se não fossem meus amigos do curso e da pós eu acho que teria surtado), foi ai que eu decidi pensar primeiro em mim e comecei a remover os fiapos de muitas decisões que eu ja tinha tomado no mês anterior (e nos meses anteriores, leia meu post sobre ciclos pra saber o quanto é dificil sair de um costume), eu ja havia começado a ir pra Belém com mais frequencia no final do semestre e acho que ir justamente nessa época e nesse especifico periodo foi o que desencadeou a melhora do meu "segundo tempo" no jogo de 2011.

Em resumo, acho que Deus me deu a oportunidade de crescer me privando de coisas importantes, como amigos e familia. Me mostrou o caminho das pedras (e ponham pedras nisso) para que eu saiba exatamente hoje identificar o que vale a pena ou não manter na vida. Pessoas sairam e surgiram no primeiro semestre, e posso dizer que apesar de tudo, ele foi realmente salvo nos 45 min...bem no finalzinho, mais precisamente no dia 11 de julho de 2011.

Mas isso e toda a minha volta por cima de 2011 vai ser assunto pro próximo post.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Sobre a Força

Olá meus jovens e aprendizes, ou jovens aprendizes.
Hoje venho falar pra voces sobre um tema que, quando percebi que nao tinha falado sobre, fiquei muito magoado, que deselegante um blog com tema de Star Wars nunca ter falado sobre "A Força".
Primeiramente, vamos tratar a força como? Uma entidade celestial como um deus? Ou como apenas uma essencia de algo que todos nós temos dentro de si? (Isso tambem pode ser encarado como Deus, afinal dizem que Ele está dentro de cada um de nós). Ok, não precisa chamar de "Força", chame de essência, fé, Deus ou qualquer outra coisa de seu agrado, seja como voce encarar, a filosofia da "Força" é algo muito bonito e diferente de algo totalmente surreal (como os lightsabers) ela pode muito bem surtir um efeito positivo (ou negativo) em nossa vida real, dependendo de como lidarmos com ela.
Encontrada em tudo que nos cerca e vive, a força flui e controla nossas ações e nos mostra nosso verdadeiro destino e o verdadeiro sentido de nossa existência, cabe a nós abraçar ou não essa causa (afinal, acima de tudo isso, temos o livre arbitrio).
A vida cria isso tudo e faz crescer, essa energia nos conecta e faz tudo existir, esse é o núcleo da Força. Mas e os dois lados? O Sombrio e o da Luz? Como isso funciona...é bem simples...Podemos chama-los aqui de bem ou mal, apesar de, como disse Obi Wan uma vez: "A verdade depende muito do ponto de vista que encaramos as coisas"
O lado da luz é altruísta, o lado negro é egoísta, nao podemos chama-los de bom ou mal, apenas expressar de forma coerente e direta o modo como defendem suas crenças, e apesar de tudo, a existência de um depende da do outro, o equilibrio e não o extremismo é o que faz diferença, afinal todos nós temos nosso lado luminoso e escuro.
Podemos encarar o lado escuro como a fuga do equilibrio, e quando vamos rumo a ele fugimos disso. Nos tornamos egoístas, esquecemos de todo o resto, sim, esquecemos, pois quando somos egoístas nos acumulamos coisas (pensamentos, pessoas, sensações, lembranças), queremos isso sempre. Quando queremos e temos coisas, criamos medo de perde-las (ou de nos tomarem elas).
Uma vez esse temor tendo se instalado em nossos corações, começamos a ficar com raiva, especialmente, se estivermos a ponto de perder ou estar perdendo tal "coisa". Logo, essa raiva vira ódio e o ódio traz sofrimento, principalmente porque vamos viver tão apegados com tudo e todos que "temos", que sempre vai haver um medo de perder aquilo, esse medo nos impediria de viver a vida de fato como ela merece ser vivida.
Já o lado da luz, aquele em que doamos mais que recebemos, damos sem receber na da em troca, acabamos por pensar mais nos outros do que em nós mesmos, portanto, não há dor.
Voltando ao lado da luz, digamos que somos poderosos o suficiente para termos sempre tudo aquilo que necessitamos (no sentindo real da palavra ou mesmo por pura ganância), essa experiência de "conquista" dura pouco, e logo nos vemos presos a essa sensação, querendo cada vez mais e mais...e quanto mais exigentes ficamos, mais tentamos, e é claro, como em tudo na vida, as vezes iremos fracassar, e com isso acaba-se tendo o medo ja referido antes, em não ter aquela sensação, aquela alegria de conquista.
Essa é a principal diferença dos dois lados da Força. Indo em direção ao lado Cinematográfico da coisa, os siths (malvados) sempre vivem insatisfeitos e infelizes, porque em geral, o egoismo deles gira em torno de poder e controle e a luta é sempre para a libertação desse sentimento, a saciedade nunca é alcançada.

Para encerrar e explicar, além da força, a filosofia dos dois lados, deixo os lemas dos siths e jedis e siths, respectivamente:

Filosofia Sith

Paz é uma mentira, só importa a emoção.
Com a emoção, ganho força.
Com a força, ganho poder.
Com poder, ganho vitórias.
Com as vitórias, minhas correntes se rompem.
A força me libertará.
Não há nada que não se possa fazer quando se tem o Poder.

Filosofia Ortodoxa Jedi

Não há emoção; há paz.
Não há ignorância; há conhecimento.
Não há paixão; há serenidade.
Não há caos; há harmonia.
Não há morte; há a Força.
 
 
  May the force be with us all

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Porque eu não namoro a distância!

Aposto que muitos de vocês leitores criaram controvérsias em torno do titulo desse post, vou já começar a explicar o motivo (além de querer causar uma curiosidade a mais em vocês ao lerem isso).

Primeiramente, isso é pra tocar em geral aquelas pessoas que nos olham desacreditadas ou mesmo com piadas na ponta da língua quando contamos que namoramos alguém que está há muitas milhas de distância. Sinceramente? Não posso culpá-los, assim como existem pessoas que fazem faculdade de letras porque odeiam matemática ou de engenharia porque odeiam escrever (opa, eu sou uma exceção por ser engenheiro) as escolhas estão no mundo para quem quiser abraçá-las, mas voltando ao tópico, vou dizer o porquê de não namorar a distância.

A palavra distância vem do latim “distantĭa” e dentre seus principais significados, eu destaco esse: o ato ou efeito de duas entidades estarem separadas no espaço.
Sim, se aplica perfeitamente a nós não? Eu aqui, o meu amor lá e todo um mundo nos dividindo.
Difícil? Complicado? Desafiador? Sem dúvida que sim, afinal ninguém aqui quer criar falsas fantasias a respeito do que realmente se passa em nossos corações espremidos pela saudade, mas é claro que assim como todos os problemas do mundo, menos a morte, nos temos soluções e cartas na manga para lidar com isso.


Conheço muitas pessoas que lidam com empregos extremamente estressantes e que não as fazem felizes simplesmente pelo doce néctar do dinheiro alto no fim do mês. Eu particularmente prefiro fazer algo por puro prazer e sem muitas terceiras intenções, mas que me faça feliz.

Acordar todos os dias e ter o pensamento em alguém sabendo quase com certeza que esse alguém também teve o pensamento em mim. Sensações essas que podem ser sentidas com alguém que está ao seu lado ou mesmo alguém do outro lado do mundo, agora eu pergunto: Existe realmente essa distancia? O que é estar distante? É ter alguém do outro lado do mundo ou ter alguém do seu lado que simplesmente não faz a mínima diferença?

Eu prefiro todos os dias inventar a presença da minha amada, seja antes de ir dormir, com coisas que me lembram ela, com os meus pensamentos que vagam anos e anos a frente no futuro desejando várias e várias coisas bonitas e verdadeiras, do que simplesmente abdicar de tudo que ela me faz querer ser, ou melhor, que ela nos faz querer ser, apenas por um pequeno incomodo da distancia ou da saudade. Afinal, pensem bem, isso é pra sempre? Todo mundo que começa um NAD pensa sim, uma hora ou outra em juntar os trapos e finalmente ter a merecida vida juntos, já o exemplo do emprego é diferente, você quer continuar ganhando bem? Infelizmente não vais ganhar se largar de mão o mesmo, mesmo não gostando.

Então, eu não namoro a distância, mesmo porque a mesma tem prazo de validade e a cada dia ele vai diminuindo. Em vez de namorar a distancia, eu prefiro mil vezes namorar a Jéssica Larissa Pamplona (entenderam agora o título?), porque ela sabe se fazer presente, mesmo com a distancia de três mil e poucos quilômetros subindo o mapa do Brasil, ela não tem prazo de validade, mas todos os pormenores chatos e que as pessoas dizem ser “o fim” para os relacionamentos a distancia, esses sim, estão com os dias contados,e eu acredito muito nisso!